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Relançar o Emprego

A proteção do direito ao emprego dos Açorianos tem sido uma das preocupações primeiras do Governo dos Açores, em linha com as políticas adotadas como resposta à crise económica de 2011, cujo investimento público gerou resultados, traduzíveis na baixa taxa de desemprego registada nos Açores antes da crise pandémica COVID-19, que importa agora recuperar.

Durante os períodos de confinamento e desconfinamento, o Governo dos Açores levou a cabo várias medidas de intervenção rápida para atenuar os efeitos negativos no Emprego causados pela pandemia COVID-19. Assim, de entre as medidas de emergência e de apoio à retoma adotadas, destacam-se o complemento regional ao layoff simplificado e sua prorrogação, a contratação extraordinária de trabalhadores, as prorrogações extraordinárias dos estágios e dos programas de inserção socioprofissionais, o programa 'Qualifica mais' e o incentivo à normalização da atividade económica.

Cientes de que a retoma da economia açoriana será ainda lenta, são apresentadas no âmbito deste eixo outras medidas de incentivo à manutenção do emprego e à criação de novos postos de trabalho, destinadas a trabalhadores, a entidades empregadoras e, a desempregados inscritos nas AQE.

Outras medidas visam o apoio a novas modalidades de trabalho, propondo-se o trabalho à distância como mecanismo de incentivo à fixação de jovens quer em concelhos, quer em ilhas menos populosas, contribuindo assim para o relançamento social e económico dos Açores de forma harmoniosa.

Por fim, o necessário investimento na qualificação e requalificação profissional para que os jovens açorianos possam otimizar todas as oportunidades de valor acrescentado possíveis, melhor preparando-os para o futuro próximo que se avizinha. 

Apoiar o Emprego

Em face das medidas adotadas de combate à pandemia COVID-19, algumas empresas açorianas, analisados os setores de atividade, não reúnem ainda as necessárias condições para o normal retomar da sua atividade económica. Assim, o Governo dos Açores mantém o compromisso de continuar a apoiar estas empresas no sentido de proteger o emprego dos Açorianos, prorrogando a vigência de atuais incentivos e criando novas medidas de apoio, com especial foco nas micro, pequenas e médias empresas e nas start-ups açorianas.

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Apoiar a Formação Profissional

Outro ensinamento desta crise é de que a retoma da atividade económica dos Açores, de forma sustentada, determina o reforço do investimento no capital social, em setores estratégicos de que são exemplo a Agricultura, as Pescas, o Turismo ou a Ciência e Tecnologia, capacitando os Açorianos de conhecimentos e competências que melhor correspondam aos desafios da era digital e da necessária diversificação das cadeias de valor estratégico. 
Neste domínio, o Governo dos Açores assume, também, o compromisso de incentivar a requalificação profissional, de forma a suprir necessidades formativas e/ou profissionais nos setores de atividade económica acima referidos, mas também nos setores Social e da Saúde.

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Incentivar o teletrabalho e o trabalho colaborativo

Uma das experiências aprendidas com esta crise é de que é possível para determinados setores de atividade económica e carreiras profissionais o exercício de funções através de novos regimes e modelos de trabalho, de que são exemplo o teletrabalho e o trabalho colaborativo, nos setores Privado e Público, que contribuem para uma maior conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar, com enfoque no trabalho por objetivos/resultados.
O Governo dos Açores propõe-se, em parceria com outras entidades, a dinamizar a criação de espaços de coworking/teletrabalho, como estímulo à partilha de experiências e ideias, contribuindo para a dinamização da economia local, quer nos concelhos, quer nas ilhas menos populosas, incentivando a fixação de jovens quadros qualificados e potenciando o  rejuvenescimento populacional.

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